*Natália de Carvalho Teixeira

O ano de 2020 certamente não será esquecido por muitos. A pandemia de COVID-19 mudou a realidade de praticamente todos os brasileiros. Com a necessidade de distanciamento social, muita gente precisou se reinventar para continuar trabalhando neste período. Termos como Lockdown, Delivery e Home Office começaram a fazer parte do nosso cotidiano. Adaptar-se a esse novo modelo de trabalho foi uma questão de sobrevivência para muitos trabalhadores. 

Com o setor de educação não foi diferente. Muitos professores, acostumados ao sistema do ‘cuspe e giz’, se viram diante de um cenário completamente novo: aula remota, vídeo aula, lousa digital, apresentar tela, ligar câmera, ligar microfone… para muitos isso não foi tarefa fácil. Mas como em todos os períodos difíceis da humanidade, foi preciso, novamente, crescer. E os recursos de inovação foram essenciais para vencer todos estes obstáculos. As escolas que estavam preparadas para a era digital, e já contavam com recursos tecnológicos avançados, certamente se destacaram. Aqueles que já conheciam ferramentas digitais desenvolvidas especialmente para o setor da educação conseguiram superar estes desafios com muito mais facilidade, e fornecer o material necessário para fazer uma educação de qualidade, mesmo com as dificuldades do momento. 

Nas Faculdades Promove e Kennedy, os alunos contam com aulas remotas 100% eficazes e um completo acompanhamento acadêmico. Tudo isso para que cada um deles consiga superar as dificuldades e conquistar o diploma com a mesma qualidade de antes.

E se o assunto é educação, nada melhor do que aprender. As escolas precisaram desenvolver ou aperfeiçoar núcleos voltados para a inovação em aprendizagem, os quais tiveram um papel fundamental na capacitação de professores e alunos para este momento. E engana-se quem acredita que esse desenvolvimento se resumiu ao uso de ferramentas de tecnologias. Claro que dominar o e-mail, as salas de aula digital, as salas de reunião remotas e o armazenamento em nuvem foram os primeiros passos para os professores e alunos que não tinham familiaridade com o assunto. Mas isso está longe de ser tudo. O ensino remoto trouxe a necessidade de inovar a forma de fazer a educação. Foi preciso buscar alternativas que prendessem a atenção do aluno em meio a tantas distrações do domicílio. Nunca professores quiseram tanto que os alunos ficassem em frente à tela do computador ou do celular durante a aula. Da mesma forma, nunca metodologias ativas foram tão necessárias para promover um processo de ensino-aprendizagem adequado. 

Escolas e professores precisam investir em criatividade e inovação para continuar ofertando um ensino de qualidade, e, sobretudo, em harmonia com os conceitos do atual mercado de trabalho. Para a educação, certamente o ano de 2021 terá um papel importante. Com ou sem pandemia, os avanços alcançados em 2020 já provaram que vieram para ficar. A pandemia de COVID-19 (assim espero) está caminhando para o fim. A evolução da inovação em aprendizagem está apenas começando.

*Natália de Carvalho Teixeira é Doutora em Ciência de Alimentos, Nutricionista, Professora e Coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Kennedy.

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